Dólar abre em alta com foco na crise na Venezuela e em dado no Brasil e nos EUA

Na véspera, o dólar comercial encerrou em queda de 0,34%, cotado a R$ 5,4054. Já o Ibovespa avançou 0,83%, fechando aos 161.870 pontos.

Na abertura dos negócios desta terça-feira (6), a moeda norte-americana iniciou o pregão em leve alta, com valorização de 0,13% por volta das 9h01, negociada a R$ 5,4122. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começa a operar às 10h.

Os mercados financeiros seguem atentos às tensões políticas na Venezuela e aos sinais vindos da economia global. O desempenho das commodities e a expectativa por dados econômicos e discursos de autoridades seguem influenciando o humor dos investidores, especialmente diante das projeções para 2026.

Após o impacto inicial da operação conduzida pelos Estados Unidos que resultou na prisão do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, os preços do petróleo registram alta moderada. O movimento reflete a avaliação do mercado de que a Venezuela ainda deve enfrentar dificuldades para ampliar sua produção no curto prazo.

Em meio às incertezas sobre o cenário político do país, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Venezuela não deve realizar eleições nos próximos 30 dias. O mandatário também indicou a possibilidade de o governo norte-americano subsidiar iniciativas de empresas do setor de energia com o objetivo de reconstruir a indústria petrolífera venezuelana.

▶️ Brasil: O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços divulga, no período da tarde, os dados da balança comercial de dezembro, trazendo um panorama do desempenho das exportações e importações no fechamento do ano. O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin participa de coletiva para comentar os números.

▶️ Exterior: No cenário internacional, além da divulgação do PMI de dezembro dos Estados Unidos, os investidores acompanham o discurso de Tom Barkin, presidente do Federal Reserve de Richmond, que deve abordar as perspectivas econômicas para 2026.

A matéria tem como fonte o portal G1:
https://g1.globo.com/economia/

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